Cebolas, filmes e bandidos

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Colheita da cebola terminada. Balanço: ainda não será este ano que seremos auto-suficientes em cebolas mas para lá caminho. Considerando que comecei a colher desde meados de abril e ponderando que duram até meados de outubro está assegurado meio ano de consumo. Asneirei (este ano são umas atrás das outras) ao não apontar quantidades plantadas entre bolbilhos (em menor quantidade que plantei em meados de novembro se não estou enganada) e cebolo que plantei por duas vezes. Asneirada dupla porque também não apontei datas de plantação o que deveria ter feito  tendo em conta que a primeira leva estava bem mais desenvolvida que a segunda, o que pode ser explicado pelas condições meteorológicas mas enfim…

Enquanto não domino a arte de entrançar cebolas (e de congeminar uma forma de as pendurar) estão espalhadinhas numa mesa improvisada na cave a fazer companhia às nossas jurássicas 300 e picos  k7 de VHS com gravações em formato LP note-se. Não será má ideia harmonizar  uma cebolinha doce e sumarenta salpicada de sal e vinagre e um naco de broa amarela de milho com um bom clássico do cinema. Assim à primeira talvez o Feios, porcos e maus ou um western spaghetti. Um Kaurismäki também não será mal pensado. Ah claro e um copo de bom vinho tinto.  Um fora-da-lei porque não?

 

 

 

 

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